HOSPITAL NIPO-BRASILEIRO REALIZA II SIMULADO DE PLANO DE CATÁSTROFE

Tendo como tema um acidente de ônibus na Rodovia Presidente Dutra, uma das principais vias de acesso a São Paulo e também em sua proximidade, o Hospital Nipo-Brasileiro realizou no domingo, 12 de novembro, o II Simulado do Plano de Catástrofe, com atendimento a múltiplas vítimas, que visa preparar os profissionais para evitar danos maiores caso eventualidades aconteçam.

Segundo Dr. Pedro Henrique Ferreira Alves, gerente médico do Centro de Trauma do Hospital Nipo-Brasileiro e cirurgião geral e do trauma do Hospital das Clínicas de São Paulo, todos os centros de trauma devem ter um plano de desastre hospitalar descrito nos manuais de procedimentos. São neles que estão detalhados o papel do hospital em preparações para emergências comunitárias, implementação de procedimentos específicos, gerenciamento de materiais e de serviços de atendimento ao paciente, preparação de equipes e avaliação do desempenho hospitalar.

“Os planos de desastre aderem ao princípio do planejamento de todos os riscos, o que significa que deve haver um plano abrangente básico para gerenciar as muitas características comuns de todos os desastres, com flexibilidade e resiliência para se adaptar aos aspectos incomuns de qualquer evento”, explica o especialista.

A simulação

Desde as 6 horas da manhã, os mais de 130 voluntários, sendo eles colaboradores do hospital e familiares, se preparavam para ocupar seus postos de vítimas, familiares de vítimas, curiosos, jornalistas e os chamados sombras – profissionais que avaliaram todo o processo de cada setor durante o simulado, além de toda preparação das equipes assistenciais e médicos do Pronto Atendimento e do Centro de Trauma para trazer toda realidade que eventos desta natureza necessitam para sua eficácia.

O treinamento foi desenvolvido para atender 13 vítimas simultâneas, entre adultos e uma criança, em risco iminente de morte, estado de urgência, atendimentos leves e dois quadros em óbito que eram trazidos ao hospital por ambulância ou meios próprios.

Seguindo todo o protocolo do Hospital Nipo-Brasileiro, desenvolvido especialmente para atendimentos a múltiplas vítimas, o simulado começou às 8h50 com acionamento do Código Lilás, título dado para que médicos, gestores e diretores da superintendência tomem conhecimento sobre situações extremas de atendimento à população.

“O trabalho tem como objetivo avaliar todos os pontos necessários para garantir continuidade do tratamento aos pacientes admitidos e daqueles que já se encontram sob os cuidados da instituição, além de atender ao município de São Paulo, mantendo a credibilidade do nosso hospital”, relatou Dr. Sergio Okamoto, superintendente clínico do Hospital Nipo-Brasileiro.

Após a realização do treinamento, todos os participantes se reuniram no auditório para um coffee-break e a oportunidade de receber um panorama sobre a importância do trabalho desenvolvido no dia.

“Ficamos extremamente sensibilizados pelo profissionalismo, competência, compromisso e dedicação de todos quantos direta ou indiretamente participaram deste evento. Os resultados e benefícios são inegáveis. O Hospital Nipo-Brasileiro se destaca e consolida cada vez mais a sua marca pela qualidade e excelência dos serviços oferecidos por seus profissionais”, declarou Dr. Walter Amauchi, superintendente geral do Hospital Nipo-Brasileiro.

Desta forma, a superintendência gostaria de homenagear e agradecer a todos os voluntários que fizeram parte do II Simulado de Plano de Catástrofe do Hospital Nipo-Brasileiro.

Voluntários participantes do II Simulado de Plano de Catástrofe

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